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Saúde Mental

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Dançar ajuda a amenizar os sintomas da depressão 

Muito mais do que um exercício físico, a dança é uma ferramenta poderosa na prevenção e no combate à depressão. De acordo com Viviane Faleiro, professora de Educação Física, Mestre em Ciências da Atividade Física, Pós-Graduada em Reabilitação de Lesões e Doenças Musculoesqueléticas e Graduanda no Curso de Fisioterapia, docente do curso de Educação Física da Faculdade Estácio de Sá e personal trainer da Bodytech, dançar – assim como qualquer outro exercício físico – libera hormônios reguladores do prazer, humor,sono e, consequentemente, auxilia no combate à depressão.  

“Porém, a dança possui algo a mais: a música. Ela mexe no fator emocional positivo do aluno, gerando ativação de várias estruturas do cérebro, e a socialização com as demais pessoas que frequentam aquele ambiente. Tudo isso mexe com as emoções e os comportamentos sociais. A presença do professor também altera o lado afetivo desses alunos”, explica Viviane.  

E para sentir os benefícios da dança, o ideal é praticar de três a cinco vezes na semana. “Para a redução efetiva dos sintomas de depressão, é necessária a prescrição de exercícios com duração de 30 minutos, afirmando que atividades longas e menos intensas são preferíveis, por interromperem, com maior eficiência, pensamentos depressivos. Além disso, a atividade também melhora a concentração, a memória, o bom humor, diminui o estresse, proporciona um sono de mais qualidade e reduz a irritabilidade”, enumera a profissional.  

Mas, se você não gosta de dançar, saiba que há outros exercícios que também são indicados para aqueles que sofrem de depressão. “Estudos realizados em pessoas deprimidas mostram uma melhora com exercícios de resistência muscular (musculação, circuito de treinamento, ginástica localizada, etc.), exercícios aeróbicos (correr, nadar, pedalar, etc.)e exercícios de flexibilidade (alongamento, mobilidade, ioga, etc.). 

Essas atividades aumentam a irrigação do fluxo sanguíneo para o cérebro, sendo capaz de incitar novas células cerebrais, liberando reações químicas que alteram o humor. Com os meus anos de experiência e trabalhando com esse público em questão, sempre enfatizo que façam atividades que lhes tragam prazer e nada que seja por obrigação, pois assim os benefícios serão melhores e mais rápidos”, finaliza Viviane.  

Portanto, é hora de soltar o som e sacudir o esqueleto. E, claro, se os sintomas se agravarem, procure a ajuda do seu psiquiatra. 

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