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Bem-estar Corporativo

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Ausências e afastamentos no trabalho geram perda de US$ 1 tri na economia mundial no ano

Quanto custam funcionários infelizes para os seus empregadores? Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), ausências e afastamentos ocasionam a perda de US$ 1 trilhão na economia mundial por ano. No caminho inverso, a OMS mostra que a cada um dólar investido em ações de melhoria do ambiente de trabalho, bem-estar e saúde mental, retorna como US$ 4 recebidos como ganhos em produtividade.  

Diante desse cenário, fica nítido o quanto é fundamental que as empresas cuidem do bem-estar de seus funcionários como um investimento de negócios. Mas o que será que pode ser feito na prática? Luciana Lopes, gestora de RH, especialista em Gestão de Pessoas, mestranda em Gestão do Conhecimento, consultora e bussiness partner do CAAESM RH, dá algumas dicas:  

“De modo concreto, o bem-estar do trabalhador pode ser propiciado garantindo que os locais de trabalho sejam ventilados, bem iluminados e em perfeitas condições de uso, atentando-se a eventuais riscos ocupacionais e laborais, fornecendo materiais adequados ao desempenho da função, treinando e capacitando continuamente os colaboradores para prevenção de acidentes de trabalho e de doenças ocupacionais ou riscos laborais existentes”.  

Subjetivamente, outras questões também podem e devem ser consideradas. Algumas delas são a criação e promoção do respeito à individualidade, ao diálogo e à diversidade, atuação de forma ativa em projetos sociais que impactem a sociedade e que permitam ao colaborador elevar o valor do seu trabalho, além de ações e programas que estimulem uma vida mais saudável e ativa. Também é importante o estabelecimento de uma cultura organizacional pautada na mediação, na cooperação, no estímulo ao trabalho em equipe e no reconhecimento do trabalhador, além da promoção de ações diversas e contínuas em prol da saúde mental, tais como palestras, parcerias com empresas de psicologia, de wellness, clubes de livros entre outros.  

Como identificar

É primordial ficar atento aos sinais para descobrir quando as coisas não vão bem no ambiente de trabalho. “Na esfera da empresa, podemos perceber ausências de relações interpessoais, ambientes permeados de conflitos e tensões. No prisma da individualidade, o colaborador inserido neste meio começa a apresentar uma série de comportamentos e sintomas que denunciam essa insatisfação, como por exemplo: cansaço excessivo físico e mental, dor de cabeça frequente, alterações no apetite, insônia, dificuldades de concentração, sentimentos de fracasso e insegurança, negatividade constante, sentimentos de incompetência, alterações repentinas de humor, isolamento e outros”, enumera Luciana Lopes.  

E o que pode ser feito pelos chefes para melhorar o ambiente de trabalho? Com a palavra, a especialista: "Antes de mais nada, faz–se necessária a grande máxima: o líder dá o exemplo. As lideranças são a representação e os disseminadores da cultura da empresa e seus valores. São eles os responsáveis pela disseminação e manutenção destes princípios. A qualidade de vida no trabalho (QVT) é um conceito específico e diretamente relacionado às estratégias de gestão. A base é um profundo respeito pelas pessoas".

Investir em programas de bem-estar, como o Vitality, é uma forma de valorizar o colaborador, que passa a enxergar a empresa como sua parceira em busca de uma vida mais saudável e feliz. Nessa direção, todos ganham: empresas, maior produtividade; os colaboradores, mais bem-estar.  

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